Pai Renan de Ogum falhou feio nos Estaduais. E no Brasileirão?

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Em janeiro deste ano, incorporando o personagem “Pai Renan de Ogum” no blog, publiquei quem eu achava que venceria os Estaduais em oito campeonatos deste país. Frisei que era puro chute, e prometi voltar para avaliar o meu percentual de acerto.

Pois bem…acertei três dos oito campeões, menos de 50% de aproveitamento. Me dei bem com Inter, Cruzeiro e Figueirense. Me dei mal no Paulistão (chutei Palmeiras, deu Ituano), no Carioca (cravei Botafogo, deu Flamengo), no Goiano (ganhou Atlético-GO ao invés de Goiás) no Paranaense (achei que daria Coritiba, venceu o Londrina) e no Pernambucano (cravei Santa Cruz, eliminado nas semifinais).

Bom…se levar em consideração que o Paulistão, o Goiano e o Paranaense tiveram resultados surpreendentes, até que não fui tão mal assim, vai.

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E o que dá pra apostar no Brasileirão? Com base em informação, nada. Com base em chute, tudo. Como o Pai Renan de Ogum está aqui para brincar de chutar, vamos lá!

Campeão: Cruzeiro
Zona da Libertadores: Inter, Grêmio e São Paulo
Rebaixados: Criciúma, Fluminense, Chapecoense e Sport

Viajei muito? Concordam? Votem em quem será o campeão na enquete abaixo!

Crédito da foto: Gualter Naves/Lightpress

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Os cariocas na Libertadores merecem aplausos…dos paulistas e mineiros

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Como todos sabem, Flamengo e Botafogo foram eliminados de forma vexatória ainda na primeira fase na Libertadores. Usando de um artifício bairrista para definir a participação dos cariocas neste ano, poderia dizer que foi digna de aplausos…dos paulistas, que devem ter se sentido menos mal de nem conseguirem a vaga para disputar o torneio sul-americano neste ano, e dos mineiros, que cravaram os dois times na próxima fase.

O Flamengo mostrou as suas (várias) deficiências contra o León: uma defesa frágil e atletas veteranos que hoje em dia muito mais prejudicam do que ajudam. Apesar de ter feito o gol, André Santos deixou muito a desejar na marcação e foi presa fácil para o ataque do time mexicano.

O Botafogo foi eliminado mesmo quando perdeu no Maracanã para o Unión Espanhola na penúltima rodada. Mas, por via das dúvidas, sofreu uma sonora derrota para o San Lorenzo por 3 a 0 que acabou com qualquer chance de contestação até do mais fanático torcedor. Penso que o Glorioso teve o papel mais vexatório do que o rival justamente por ter abdicado do Carioca (nem chegou na semifinal) para privilegiar a disputa da Libertadores;

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O futuro? No Flamengo, a restruturação deve continuar. Jayme de Almeida faz um bom trabalho, e não tem culpa de ter um elenco tão limitado em mãos. No caso do Botafogo, acredito que Eduardo Húngaro deveria sair, e um outro técnico mais experiente deveria ir para o seu lugar.

É sonhar muito pensar no nome de Tite? Se levarmos em consideração que ele mesmo disse que quer trabalhar em um clube carioca, se torna um nome bem viável. Isso se ele não quiser esperar a Copa do Mundo para saber se assumirá a seleção brasileira no lugar de Felipão depois do Mundial.

O fato é que a queda precoce dos grandes cariocas na Libertadores mostra, além da dificuldade histórica de disputar a competição (apenas dois títulos conquistados), que o momento técnico dos clubes do estado é sofrível. Fluminense e Vasco, que nem disputaram a Libertadores, caíram para a segunda divisão no campo na temporada passada. E os dois times mostram que não conseguiram reagir ainda neste ano. O futuro do quarteto no Brasileirão é sombrio…

Crédito da foto: Vanderlei Almeida/AFP

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Libertadores perde muita graça sem os paulistas

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Certa vez, postei a seguinte frase no meu perfil pessoal do Facebook: Libertadores sem clubes paulistas é igual Buchecha sem Claudinho. A ideia da postagem era brincar com o fato de que o torneio continental perto muita graça sem os times de São Paulo.

É uma opinião bairrista? Pode até ser. Mas tenho motivos para embasar a minha ideia. Gostaria de reforçar que é meu ponto de vista e minha sensação. Respeito e entendo outros pontos divergentes do meu. O post é válido principalmente para fomentar o debate.

1 – Audiência: O site em que trabalho, que é um dos maiores de esporte do país, perdeu muita audiência com Libertadores neste ano. Ah, mas o público majoritário do porta é paulista, podem argumentar. Pode até ser. Mas não deixa de ser um indício. Ou estou errado?

2 – Títulos conquistados: Santos, São Paulo, Corinthians e Palmeiras ganharam, somados, oito dos 17 títulos brasileiros na história da Libertadores. Cruzeiro, Grêmio, Flamengo e Atlético-MG levaram seis taças. O Atlético-PR tem um vice. O Botafogo, nem na final chegou.

3 – Número de torcedores: Corinthians, São Paulo e Palmeiras estão entre as cinco maiores torcidas do Brasil. O Santos está no top 10. O Flamengo tem a maior torcida, mas Cruzeiro, Grêmio e Atlético-MG apenas figuram entre as dez maiores. Botafogo e Atlético-PR nem nisso chegam.

4 – Cobertura das TVs: Sem os clubes paulistas, a TV aberta passou a ignorar a transmissão no país todo dos brasileiros na Libertadores, focando apenas nas praças que possuem times na competição, como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte. A cobertura majoritária dos jogos é da TV fechada.

5 – Protagonistas de peso em campo: Entre os representantes brasileiros na Libertadores, Ronaldinho Gaúcho reina absoluto como protagonista de peso na competição, ainda mais porque Adriano Imperador não decolou no Atlético-PR. Se tivessem os clubes paulistas, Ronaldinho ‘dividiria a função’ com nomes como Luis Fabiano, Rogério Ceni, Leandro Damião, Valdivia, entre outros.

6 – Desempenho sem empolgar: Os seis clubes brasileiros que estão na Libertadores até fazem boa campanha em seus grupos, com exceção ao Cruzeiro. Mas nenhum deles fez uma campanha que empolga até aqui. O que dá margem àqueles que acham que a presença dos paulistas elevaria o nivel técnico da competição.

* Post atualizado:

Crédito da foto: Junior Lago/UOL

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Fifa e CBF tem discurso bom contra o racismo. Mas e a prática?

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O caso deplorável de racismo envolvendo o cruzeirense Tinga na Libertadores mereceu destaque em toda a imprensa. Personalidades do mais alto calibre, como a presidente Dilma e os mandatários da Fifa e da CBF, prontamente se manifestaram contra o episódio.

“Não só como presidente da CBF, mas, sobretudo como amante do futebol, tenho o dever de repudiar essa prática absurda de racismo que continua acontecendo nos estádios. O futebol é símbolo de congraçamento, de alegria e não de demonstrações de preconceito e intolerância”, disse Marin.

“Faço coro com @dilmabr ao condenar o episódio de racismo envolvendo Tinga, do @_OficialCEC. A FIFA é contra todo ato de discriminação”, endossou Blatter.

Mas…E A PRÁTICA?

Discursos contra o racismo eu tô cansado de ouvir. Mas cadê a coragem da Fifa de obrigar a Conmebol a excluir o Garcilaso da Libertadores? Cadê a CBF para interceder a favor de Tinga e forçar a Conmebol a aplicar uma punição pesada?

Ah, alguns podem ponderar que o clube não tem nada a ver com isso. Mas os torcedores realmente sentirão as consequências dos seus atos quando perceberam que seu time não poderá disputar competições importantes por causa disso.

A punição tem que ser a mais dura possível. Até para que o exemplo seja dado, e que atos como esse não sejam mais cometidos.

E sempre é bom ressaltar: que postura elegante do Tinga durante todo o episódio. Que ele tenha a força necessária para superar isso. E que o futebol seja praticado por mais caras como ele.

Crédito da foto: Dionizio Oliveira/UOL

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Blog do Menon: Sem hipocrisia. Somos tão racistas quanto o Real Garcilaso

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Cruzeiro tem tudo para manter protagonismo no primeiro semestre

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Até que os fatos provem o contrário, o Cruzeiro se consolida como um dos principais destaques do mercado da bola do fim de ano e, por isso, tem tudo para manter o protagonismo no primeiro semestre de 2014.

Além de não perder as principais peças, o Cruzeiro se reforçou com bons nomes no mercado, como o meia Marlone, destaque pelo Vasco no Brasileiro, e o lateral-esquerdo Samudio, do Libertad.

Se for comprovado que pode ser contratado mesmo com os atuais problemas físicos, Vilson é um bom nome para a zaga. Marcelo Moreno já provou que sabe jogar. Precisa é estar novamente motivado.

Na teoria, o Cruzeiro fez tudo certo, e por ter sido campeão brasileiro, larga um pouco a frente dos demais. Precisa ver é se isso será confirmado na prática…

Rival histórico do Cruzeiro, o Atlético-MG pouco se movimentou no mercado, e até agora tem mais é que comemorar a permanência de Ronaldinho Gaúcho por mais uma temporada.

Nos grandes clubes gaúchos, contratações muito tímidas até aqui. O Inter aposta as suas fichas no retorno de Abel Braga, enquanto o Grêmio ainda sofre as consequências de ter gastado o que podia e não podia para corresponder aos pedidos de Luxemburgo. Os dois times do Sul podem até fazer bonito durante a temporada 2014, mas não é isso que parece que vai acontecer.

Foto: Pedro Martins/Agif

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Considerações sobre o Campeonato Brasileiro

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Uma semana depois, com mais calma, queria usar este espaço para fazer breves considerações sobre os clubes que disputaram o Campeonato Brasileiro deste ano.

Cruzeiro: surpreendeu ao ser campeão trocando boa parte do time que disputou a temporada passada, jogando por terra a teoria de que só vence quem mantém plantel de um ano para outro

Atlético-MG: seguiu a tendência dos outros clubes de que quem prioriza a Libertadores, nunca consegue ir bem no Brasileiro. Se tivesse mais fôlego, brigaria pelo título

Corinthians: talvez a maior decepção do campeonato. Fez um segundo turno melancólico, com direito a derrota vexatória para o Náutico na última rodada

São Paulo: com a reação no segundo turno, passou a impressão de que termina bem o ano. Mas a séria ameaça de rebaixamento tem de servir de exemplo para um 2014 melhor

Santos: foi o melhor dos paulistas com uma boa margem de pontos na frente mesmo sem Neymar, o que é não é pouco. Mas faltou experiência para desequilibrar nos momentos decisivos

Fluminense e Vasco: só deram motivos para envergonhar o torcedor. Mereceram o rebaixamento com a sucessão de erros durante a temporada

Flamengo: salvou a temporada com o título da Copa do Brasil, mas fez um Brasileirão muito fraco

Botafogo: praticou por um tempo o melhor futebol do Brasil, mas morreu fisicamente durante o campeonato e caiu muito de rendimento

Grêmio: admirável trabalho de Renato Gaúcho, que implementou o futebol feio, porém eficiente, que garantiu o time na Libertadores

Inter: terminar perto da zona de rebaixamento, com o elenco que tem, é um fiasco

Atlético-PR e Goiás: fizeram grandes campanhas mesmo com elencos limitados. Vagner Mancini e Enderson Moreira merecem muitos elogios

Palmeiras: ‘nadou de braçada’ na Série B e cumpriu o objetivo do acesso com méritos

E aí, concordam? Discordam? Quero a opinião de vocês!

Crédito: Alex de Jesus/O Tempo

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Facilidade da conquista do Cruzeiro reascende discussão chata entre pontos corridos e mata-mata

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Cruzeiro

O Cruzeiro ganhou com méritos e muita facilidade o título brasileiro neste ano. Segundo o Blog do Rodrigo Mattos, é a segunda melhor campanha dos pontos corridos. E qual é o problema disso? É que justamente esta facilidade que faz reascender a (muito) chata discussão sobre a forma de disputa do Brasileirão entre mata-mata e pontos corridos.

Os defensores da fórmula do mata-mata usam a chatice da disputa pelo título neste ano como argumento para dizer que o campeonato realizado em pontos corridos se torna sonolento. Mas aí fica a questão: que culpa tem o Cruzeiro da incompetência dos seus rivais?

Acho que nem deveria ter esta discussão. O Campeonato Brasileiro tem que ser disputado em pontos corridos, porque esta é a fórmula que premia as melhores campanhas oriundas dos melhores trabalhos. Em resumo: quem trabalha bem, obtém bons resultados.

Já o mata-mata possibilita a um time a chance de se guardar durante determinada parte da competição e fazer o suficiente para apenas se classificar para a fase seguinte, que realmente vale. Ou seja: não preciso fazer planejamento a longo prazo: basta eu me esforçar para deixar meu time com um bom rendimento apenas na fase decisiva.

Não nego que gosto do mata-mata. Mas quando sinto saudades, assisto à Copa do Brasil, Libertadores, Sul-Americana, Paulistão, competições que são disputadas desta forma. Não há a necessidade de que o Brasileirão seja assim.

Crédito da foto: Douglas Magno/O Tempo/Estadão Conteúdo

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Polêmica sobre aliciamento mostra que clubes esqueceram que são formadores na base

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Cotia

O tema aliciamento tem sido uma constante na discussão dos assuntos relacionados às categorias de base do futebol brasileiro. O São Paulo tem sido constantemente acusado pelos clubes rivais de aliciar atletas se aproveitando da boa estrutura que possui no seu Centro de Treinamento em Cotia (SP). Eu particularmente acho que não tem mocinho nem bandido nesta história. Todos, de alguma forma, estão errados, principalmente porque dão mostras de que estão esquecendo o maior propósito de uma categoria de base: formar atletas.

A lógica entre os clubes brasileiros nas categorias de base é errada. A grande maioria monta equipes com o objetivo de ganhar todas as competições que disputam. Técnicos são constantemente demitidos não por não formarem atletas, mas sim por não apresentarem resultados em campo.

Nesse contexto, a contratação de revelações de outros clubes passou a ser a tônica. A impressão é que existe uma preocupação maior em ficar com o talento que está indo bem de um time rival do que desenvolver o jogador que está na sua agremiação.

Outro dia, entrevistei Zé Augusto, que ficou mais de uma década como treinador das categorias de base do Corinthians. Ele definiu qual é a postura da atual diretoria: “eles contratam, contratam, contratam. Se não dá certo, eles contratam de novo”. Se levarmos em consideração a dificuldade que o técnico Tite tem para aproveitar a atual geração de garotos da base no profissional, dá para entender no que deu esta política desenfreada de contratações.

As grandes revoluções técnicas e táticas em alguns países europeus começaram na base. A ótima campanha da Bélgica nas eliminatórias é exemplo disso. Apesar do bom momento da seleção brasileira, o futebol nacional vive uma fase de deficiência técnica. Será que não chegou a hora de fazermos o mesmo aqui? Revelar talentos desde cedo é um processo longo e árduo, mas que pode render excelentes frutos.

Crédito da foto: Divulgação/São Paulo FC

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Briga de título brasileiro mais chata desde 2007

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Borges

Uma constatação: que briga chata pelo título brasileiro de 2013!

O Cruzeiro mostrou que realmente deve ser o campeão ao vencer com muita propriedade ao fazer 4 a 0 na Portuguesa. E a diferença para o vice-líder Grêmio, que também ganhou na rodada (1 a 0 sobre o Atlético-PR), é de ONZE pontos, faltando 13 rodadas para o fim da competição e 39 pontos a serem disputados.

Ou seja: é a briga de título mais enfadonha do Brasileirão desde 2007. Naquele ano, o São Paulo de Muricy Ramalho tinha 54 pontos contra 45 do Cruzeiro (neste ano, a diferença é de 56 para 45).

O Botafogo, que por muito tempo mostrou que brigaria pelo título brasileiro com o Cruzeiro, está despencando a cada rodada que passa. Se não ficar esperto, pode dar uma de Palmeiras-2009 e conseguir perder até a vaga para a Libertadores do ano que vem!

O Cruzeiro faz por merecer o título até aqui. Joga o melhor futebol do campeonato. Tem disparado o melhor ataque e conseguiu também a segunda melhor defesa. Conseguiu até aqui impressionantes 34 gols de saldo.

A diretoria contratou bem, o que fez o Cruzeiro ter elenco suficiente para se manter competitivo mesmo com desfalques. A eliminação na Copa do Brasil veio em boa hora, pois o clube agora somente concentrará suas forças no Nacional. Se não bobear MUITO, o time mineiro será campeão até com algumas rodadas de antecedência.

Crédito da foto: Washington Alves/Textual

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