Pai Renan de Ogum falhou feio nos Estaduais. E no Brasileirão?

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Em janeiro deste ano, incorporando o personagem “Pai Renan de Ogum” no blog, publiquei quem eu achava que venceria os Estaduais em oito campeonatos deste país. Frisei que era puro chute, e prometi voltar para avaliar o meu percentual de acerto.

Pois bem…acertei três dos oito campeões, menos de 50% de aproveitamento. Me dei bem com Inter, Cruzeiro e Figueirense. Me dei mal no Paulistão (chutei Palmeiras, deu Ituano), no Carioca (cravei Botafogo, deu Flamengo), no Goiano (ganhou Atlético-GO ao invés de Goiás) no Paranaense (achei que daria Coritiba, venceu o Londrina) e no Pernambucano (cravei Santa Cruz, eliminado nas semifinais).

Bom…se levar em consideração que o Paulistão, o Goiano e o Paranaense tiveram resultados surpreendentes, até que não fui tão mal assim, vai.

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E o que dá pra apostar no Brasileirão? Com base em informação, nada. Com base em chute, tudo. Como o Pai Renan de Ogum está aqui para brincar de chutar, vamos lá!

Campeão: Cruzeiro
Zona da Libertadores: Inter, Grêmio e São Paulo
Rebaixados: Criciúma, Fluminense, Chapecoense e Sport

Viajei muito? Concordam? Votem em quem será o campeão na enquete abaixo!

Crédito da foto: Gualter Naves/Lightpress

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Cruzeiro tem tudo para manter protagonismo no primeiro semestre

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Até que os fatos provem o contrário, o Cruzeiro se consolida como um dos principais destaques do mercado da bola do fim de ano e, por isso, tem tudo para manter o protagonismo no primeiro semestre de 2014.

Além de não perder as principais peças, o Cruzeiro se reforçou com bons nomes no mercado, como o meia Marlone, destaque pelo Vasco no Brasileiro, e o lateral-esquerdo Samudio, do Libertad.

Se for comprovado que pode ser contratado mesmo com os atuais problemas físicos, Vilson é um bom nome para a zaga. Marcelo Moreno já provou que sabe jogar. Precisa é estar novamente motivado.

Na teoria, o Cruzeiro fez tudo certo, e por ter sido campeão brasileiro, larga um pouco a frente dos demais. Precisa ver é se isso será confirmado na prática…

Rival histórico do Cruzeiro, o Atlético-MG pouco se movimentou no mercado, e até agora tem mais é que comemorar a permanência de Ronaldinho Gaúcho por mais uma temporada.

Nos grandes clubes gaúchos, contratações muito tímidas até aqui. O Inter aposta as suas fichas no retorno de Abel Braga, enquanto o Grêmio ainda sofre as consequências de ter gastado o que podia e não podia para corresponder aos pedidos de Luxemburgo. Os dois times do Sul podem até fazer bonito durante a temporada 2014, mas não é isso que parece que vai acontecer.

Foto: Pedro Martins/Agif

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Considerações sobre o Campeonato Brasileiro

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confusao

Uma semana depois, com mais calma, queria usar este espaço para fazer breves considerações sobre os clubes que disputaram o Campeonato Brasileiro deste ano.

Cruzeiro: surpreendeu ao ser campeão trocando boa parte do time que disputou a temporada passada, jogando por terra a teoria de que só vence quem mantém plantel de um ano para outro

Atlético-MG: seguiu a tendência dos outros clubes de que quem prioriza a Libertadores, nunca consegue ir bem no Brasileiro. Se tivesse mais fôlego, brigaria pelo título

Corinthians: talvez a maior decepção do campeonato. Fez um segundo turno melancólico, com direito a derrota vexatória para o Náutico na última rodada

São Paulo: com a reação no segundo turno, passou a impressão de que termina bem o ano. Mas a séria ameaça de rebaixamento tem de servir de exemplo para um 2014 melhor

Santos: foi o melhor dos paulistas com uma boa margem de pontos na frente mesmo sem Neymar, o que é não é pouco. Mas faltou experiência para desequilibrar nos momentos decisivos

Fluminense e Vasco: só deram motivos para envergonhar o torcedor. Mereceram o rebaixamento com a sucessão de erros durante a temporada

Flamengo: salvou a temporada com o título da Copa do Brasil, mas fez um Brasileirão muito fraco

Botafogo: praticou por um tempo o melhor futebol do Brasil, mas morreu fisicamente durante o campeonato e caiu muito de rendimento

Grêmio: admirável trabalho de Renato Gaúcho, que implementou o futebol feio, porém eficiente, que garantiu o time na Libertadores

Inter: terminar perto da zona de rebaixamento, com o elenco que tem, é um fiasco

Atlético-PR e Goiás: fizeram grandes campanhas mesmo com elencos limitados. Vagner Mancini e Enderson Moreira merecem muitos elogios

Palmeiras: ‘nadou de braçada’ na Série B e cumpriu o objetivo do acesso com méritos

E aí, concordam? Discordam? Quero a opinião de vocês!

Crédito: Alex de Jesus/O Tempo

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Polêmica sobre aliciamento mostra que clubes esqueceram que são formadores na base

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Cotia

O tema aliciamento tem sido uma constante na discussão dos assuntos relacionados às categorias de base do futebol brasileiro. O São Paulo tem sido constantemente acusado pelos clubes rivais de aliciar atletas se aproveitando da boa estrutura que possui no seu Centro de Treinamento em Cotia (SP). Eu particularmente acho que não tem mocinho nem bandido nesta história. Todos, de alguma forma, estão errados, principalmente porque dão mostras de que estão esquecendo o maior propósito de uma categoria de base: formar atletas.

A lógica entre os clubes brasileiros nas categorias de base é errada. A grande maioria monta equipes com o objetivo de ganhar todas as competições que disputam. Técnicos são constantemente demitidos não por não formarem atletas, mas sim por não apresentarem resultados em campo.

Nesse contexto, a contratação de revelações de outros clubes passou a ser a tônica. A impressão é que existe uma preocupação maior em ficar com o talento que está indo bem de um time rival do que desenvolver o jogador que está na sua agremiação.

Outro dia, entrevistei Zé Augusto, que ficou mais de uma década como treinador das categorias de base do Corinthians. Ele definiu qual é a postura da atual diretoria: “eles contratam, contratam, contratam. Se não dá certo, eles contratam de novo”. Se levarmos em consideração a dificuldade que o técnico Tite tem para aproveitar a atual geração de garotos da base no profissional, dá para entender no que deu esta política desenfreada de contratações.

As grandes revoluções técnicas e táticas em alguns países europeus começaram na base. A ótima campanha da Bélgica nas eliminatórias é exemplo disso. Apesar do bom momento da seleção brasileira, o futebol nacional vive uma fase de deficiência técnica. Será que não chegou a hora de fazermos o mesmo aqui? Revelar talentos desde cedo é um processo longo e árduo, mas que pode render excelentes frutos.

Crédito da foto: Divulgação/São Paulo FC

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Inter, o incinerador de ídolos. Quem será o próximo?

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Borges

Dunga não é mais o técnico do Internacional. E foi mais um ídolo incinerado pela diretoria do clube. Antes dele, Falcão e Fernandão já tinham provado deste veneno com demissões recentes do cargo de técnico. A pergunta que fica é: quem será o próximo? Abel Braga?

Dunga não caiu por falta de competência. Caiu porque não conseguiu fazer um elenco limitado (por incrível que pareça) e velho engrenar. Não deveria levar a culpa. Ou pelo menos não deveria assumí-la sozinho.

A diretoria do Inter montou um time velho, com várias boas opções do meio para frente, e poucas boas opções do meio para trás.

O Inter tinha no seu elenco atacantes como Leandro Damião, Forlán e Scocco. Só aí daria para formar uma ataque de peso em qualquer seleção sul-americana, não? Isso porque não estou contando os nomes de D’Alessandro e Alex.

Mas por que esse time foi um fiasco em campo? Porque não tinha goleiros que inspiravam confiança, assim como um lateral direito titular que assumisse a posição. A dupla de zaga era boa em 2006, assim como o lateral esquerdo Kleber, que já deveria começar a pensar em jogar no meio. Fabricio, a outra opção, é instável demais.

Mas mesmo com todas essas dificuldades, Dunga conseguiu ser campeão gaúcho, se manter vivo na Copa do Brasil e teve um bom início no Brasileirão. Caiu porque não conseguiu manter o ritmo e não tinha um bom relacionamento com as pessoas que trabalhavam no dia a dia do clube. Mas tem mercado nos principais clubes do país.

E o Inter? Não deve contratar outro ídolo para o lugar. Acho que a torcida não merece que a relação com outra figura ilustre do clube fique tão desgastada.

Crédito da foto: Vinicius Costa/Preview.com

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Momento Pai Renan de Ogum: meus palpites para as quartas da Copa do Brasil

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Renato

No dia 18 deste mês, disse que teria um dia de Mãe Dinah e palpitaria sobre o Campeonato Brasileiro. Meu amigo Celso Paiva disse que preferia Pai Renan de Ogum, então vou obedecê-lo neste post semelhante sobre os palpites para a Copa do Brasil, que terá a disputa das quartas de final a partir desta quarta-feira.

Sem mais delongas, seguem meus prognósticos:

Corinthians x Grêmio: Acredito que será um duelo extremamente equilibrado, com dois empates e definição nos pênaltis ou no saldo de gols. Como não gosto de ficar em cima do muro, acho que dá Grêmio.

Inter x Atlético-PR: Jogo duríssimo para o Inter, que ganhará em casa e perderá fora. Definição do vencedor sairá no saldo de gols. Acho que dá Atlético-PR.

Goiás x Vasco: Goiás tem mais time que o Vasco e está melhor montado. O clube carioca tem que priorizar o Brasileirão, onde briga contra a zona de rebaixamento. Acho que dá Goiás, mas não será fácil.

Botafogo x Flamengo: Dois clubes estão em baixa e devem priorizar o Brasileirão por motivos diferentes. Mas mesmo com um time misto, o Botafogo é muito superior ao Flamengo e deve levar a melhor.

E você, concorda com os meus palpites? Dê a sua opinião!

Crédito da foto: Jefferson Bernardes/Preview.com

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